Somente no continente americano, mais de 10 milhões de usuários foram vítimas de roubo de identidade (segundo relatório de crimes cibernéticos da Jumio) e o problema tem um grande impacto na economia regional. No Brasil e no México, os crimes cibernéticos geram perdas de bilhões de dólares. Isto afeta a decisão de compra dos clientes, que não vêem benefícios suficientes para a compra online, pois essa não compensa as suas preocupações com a segurança.
Além disso, o crescimento dos smartphones e das comunições M2M (Machine-to-Machine) tem gerado uma crescente captação de dados pessoais, criando, assim, novas ameaças à privacidade. O relatório de 2015 da GSMA estabelece que 82% dos usuários a nível mundial gostariam de saber quando e que tipo de informação está sendo coletada.
Entretanto, também existem oportunidades, já que 60% dos clientes a nível mundial estão de acordo em compartilhar suas informações em troca de ofertas e outros benefícios. A Longitude Research afirma que os custos da perda de confiança do clinte após um ciber-ataque a um banco são quase o dobro de qualquer perda monetária incorrida. A consequente perda de confiança do cliente pode ser tornar um grande pesadelo, com um custo por minuto que pode chegar aos milhões de dólares.
A América Latina abre as suas portas para o Mobile Connect
As operadoras móveis estão em uma situação excepcional devido ao seu alcance global, à experiência na gestão segura de informação, à conformidade com a regulação sobre privacidade e aos seus robustos mecanismos de autenticação em rede. É por isso que são o parceiro ideal para os serviços disponíveis em vários setores: comércio, educação, saúde, finanças e utilidades, entre muitos outros.
Mobile Connect já foi lançado comercialmente por operadoras na Ásia e está crescendo rapidamente em outras regiões, como a Europa e as Américas. No continente americano, México e Argentina são os países mais avançados, onde as operadoras móveis estão nas fases finais de implementação do Mobile Connect. Outros países como Brasil, Peru e Colômbia virão em seguida, expandindo o acesso ao Mobile Connect na América Latina e posicionando, assim, a região como uma das pioneiras no mundo todo.
O grande objetivo da indústria móvel é desenvolver o serviço para incluir novos meios de autenticação, como a biometria, e proporcionar ao usuário a capacidade de compartilhar certos atributos (ex.: localização). De acordo com a GSMA Consumer Research, 75% dos consumidores estão interessados em que a sua localização seja transmitida para o seu banco para, assim, permitir o uso de seus cartões de crédito no exterior.
A GSMA está à disposição de todas as operadoras móveis e provedores de serviços interessados no Mobile Connect para facilitar especificações técnicas, potenciais casos de uso, detalhes de negócios e suporte para implementação, bem como para compartilhar as experiências dos países que já lançaram o Mobile Connect. Visite gsma.com/mobileconnect ou entre em contato para se manter atualizado sobre os últimos acontecimentos; ou saiba mais sobre o Mobile Connect.